sexta-feira, 11 de maio de 2012

De volta...

Olha eu aqui de novo! Minha vida deu umas reviravoltas nos últimos meses, então Psiulândia ficou mais em silêncio do que de costume. Mas vamos ver se volto a uma periodicidade mais razoável nas postagens!
Pra inaugurar essa nova fase, começo contando que me mudei pra Santos. Cansei daquela vida no interior, numa cidade árida, que pouco tinha a ver comigo.
Vim morar na Ponta da Praia, um pouco mais distante do pontos mais muvucados da orla santista, pra tentar ter ao mesmo tempo uma vista bonita na janela, se possível sem muito barulho.
A vista que tenho é cinematográfica. Adoro ficar assistindo ao vai e vem dos navios entrando e saindo do porto (mesmo quando eles apitam aqui em frente). É bom ver também as coloridas canoas havaianas que passam todas as manhãs, os pescadores que todos os dias se colocam no pier com suas varas mesmo sem muito sucesso... Tem até uma tartaruga marinha que de vez em quando me aparece aqui em frente!
Uma coisa, entretanto, anda me aborrecendo: não sei que atração a calçada em frente ao meu prédio exerce sobre os jovens que gostam de ouvir música em volume alto nos carros pela madrugada!
Quase toda semana eu acabo acordando com um grupo parado na calçada em frente, com o som do carro a todo volume. Outro dia teve até mesmo uma festa de aniversário na calçada, com direito a gritaria, parabéns, cerveja e altofalantes!!!
Cheguei a elaborar uma hipótese para esses programas ao ar livre: devem ser jovens menores de idade, que não podem beber álcool nos bares, então se reúnem para isso nas calçadas, onde não tem vigilância.
Na calçada, tudo é liberado: bebida e cigarro para qualquer faixa etária, acompanhados de som alto e gritaria.
Sinceramente não sei que solução seria possível pra esse caso. Leis? Policiamento? Fiscalização? Educação?
Sei lá... E, enquanto isso, durma-se com um barulho desses!

15 comentários:

  1. Vou lhe dizer, aqui em Fortaleza, esse é um hábito corrente. Quem quer silêncio é chato, velho, antipático. O problema é não saber onde a sua liberdade invade o direito do outro. Acho que esqueceram de ensinar isso por aqui. Não vou nem reclamar muito porque ultimamente tenho tido sorte com os vizinhos e o barulho não é mais regra e sim exceção.

    Abraços
    Neusa

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  2. "Durma-se"? É possível esta construção? Fiquei curiosa!

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    1. É uma expressão muito usual, Leticia...

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  3. Durma-se com um barulho destes mesmo, Ana! Sou totalmente adepta da turma do Psiu :-)

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  4. Comece a colecionar ovos podres...
    Eu tenho horror a barulho, ainda mais na porta de casa.

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  5. Existe a lei do silêncio que deve ser praticada a partir das 22h, se não está havendo, a polícia deve ser chamada para por ordem neste incidente. Infelizmente essa geração está cada vez mais dominada pelos vícios e pelo barulho infernal que dizem chamar de música. Haja paciência!
    Um grande abraço!
    Ju.

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    1. Pois é, a lei existe, mas quem vai fazer com que ela seja cumprida?

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  6. Que chato isso! Espero que não atrapalhe muito a vida nova. Tem várias coisinhas que me incomodam aqui em Santos, principalmente quanto a educação e limpeza das ruas (educação também...). Fazer o que né, só nos resta reclamar! Mas a visão do mar tranquiliza né? Minhas corridinhas pela orla relaxam...

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    1. Verdade, Carol! De manhã, quando abro a janela e vejo a paisagem, passa a raiva na hora!

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  7. Custo a acreditar que existe mais barulho desse tipo em Santos do que aqui pelo Pará, mas a lei do silêncio, citada pelo Anônimo, ajuda (mesmo anonimamente).
    Seja como for, parabéns pela nova vida - tem árvore do bem e do mal, mas tudo em volta é de uma maravilha estonteante...

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  8. Estive em Santos nesse final de semana. Passei pelo seu edifício. Lembrei de vc.
    O por do sol estava maravilhoso. Imaginei que vc poderia estar fotografando.
    bj

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