O tempo passa...
Semana que vem é aniversário de São Paulo e eu resolvi então fazer essa homenagem à cidade que eu adoro. Pra isso, vou lembrar uma historinha paulistana já antiga e atualizar as informações...
Há algum tempo, em novembro de 2009, contei no blog da Carmem (De uns tempos pra cá) a história de uma vila que funcionava nas encostas da Avenida 23 de maio, no Viaduto Paraíso. Depois, no meu blog, eu comentei o fato aqui e aqui. O último post era de fevereiro de 2010. Hoje, a coisa por lá anda assim:

E assim:

Ali onde tem aquela lona azul mora gente. Tem um outro pedaço aberto, por onde dá pra ver como estão as coisas por dentro:

Mas o mais impressionante de tudo é ver a cascata de lixo amontoado no barranco da Avenida 23 de maio:

Tá, eu sei que a foto não está boa, mas isso se deve à quantidade de lixo que é impossível de caber numa foto. Acho que dá. porém pra perceber que o barranco virou um lixão. Dia desses, tudo vai rolar sobre a calçada lá embaixo. Aí, quem sabe, alguém preste atenção nessa novelinha urbana trágica que acontece há mais de um ano sem que a prefeitura tome qualquer providência.
E só pra lembrar, tudo isso acontece a poucos metros da Avenida Paulista, como prova o Google Maps (pra ir direito pra página dele, é só clicar na foto):
Vou continuar observando o que acontece por ali, e espero ter uma boa notícia pra contar aqui na próxima oportunidade. Como já ficou provado, apenas demolir parcialmente as casas e expulsar os moradores não resolve nada. Acho que está mais do que na hora de a prefeitura parar de brincar de rodízio de moradores num espaço cada vez mais degradado. É preciso dar condições de moradia decentes pra quem vive lá em meio ao lixo e transformar aquela área num espaço minimamente urbanizado.
Quem sabe São Paulo ganha isso de presente no seu aniversário?
e agora eles vão demolir as casas em zona de risco de deslizamento, falaram na TV hoje. Será que tb parcialmente e logo tem outras pessoas morando nos escombros?
ResponderExcluirAna, ainda bem que você não se cala diante desses absurdos
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