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Desenhos de luz no Enseada

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Os prédios do construtor Artacho Jurado costumam ter elementos vazados, com desenhos diferentes em cada um. Os do Edifício Enseada são lindos, e proporcionam cenas como essas duas:   Não é mesmo um privilégio poder morar aqui?

Tardinha

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A posição em que o Edifício Enseada fica coloca seus moradores como espectadores privilegiados do pôr do sol. São tantas as cenas deslumbrantes que às vezes parece que estamos exagerando nas fotos... Como exemplo, aqui vão duas dessas fotos. A primeira é de 30 de dezembro de 2013: A segunda é já deste ano de 2014 e foi tirada no dia 5 de janeiro: Entra ano, sai ano e o pôr do sol continua deslumbrante por aqui, não é mesmo?  

Adeus, ano velho.

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Depois da longa série de postagens sobre Cecília e eu, o blog ficou um pouco parado. Era preciso retomar o fôlego.  Agora vieram as festas de fim de ano, quando o nível de barulho no mundo aumenta muito. Diante de tudo isso, Psiulândia se recolhe, mas com promessa de muitas novidades para 2014. Quem viver verá. Até lá! 

Adeus, ano velho.

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Depois da longa série de postagens sobre Cecília e eu, o blog ficou um pouco parado. Era preciso retomar o fôlego.  Agora vieram as festas de fim de ano, quando o nível de barulho no mundo aumenta muito. Diante de tudo isso, Psiulândia se recolhe, mas com promessa de muitas novidades para 2014. Quem viver verá. Até lá! 

Enseada

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Já disse que moro no Edifício Enseada. E adoro morar aqui, por muitas razões. Mas na temporada de cruzeiros, tenho uma razão a mais: os navios passam aqui em frente, muito perto da minha varanda. É um prazer vê-los quando começam a apontar ao lado do prédio. É como se eles estivessem virando a esquina aqui ao lado. Esse foi o de hoje, o MSC Orchestra:

Cecília e eu - parte 10 (final)

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E assim chegamos ao final do percurso. Não ao final da minha relação com Cecília, claro, pois essa vai até o fim da minha vida, imagino. Ao longo desses anos, desde aquele distante dia em que topei com os versos que mudaram a minha vida, Cecília tem sempre estado presente. Nesses mais de 35 anos, escrevi muito sobre a obra da minha autora preferida. Foram muitos artigos, comunicações em congressos, ensaios, palestras. Não saberia fazer a conta exata, porque às vezes uma palestra acaba virando artigo, uma comunicação num congresso vira ensaio numa coletânea... Mas acho que dá pra dizer que meus escritos sobre Cecília andam pela casa das dezenas. Imagino que nem tudo se salva, mas tenho orgulho de alguns deles, porque acho que terão de fato contribuído para a compreensão da obra de Cecília. Um dos meus maiores orgulhos é o de ter colaborado na edição da Poesia completa de Cecília Meireles que saiu no ano do centenário de nascimento da poetisa, 2001. É uma edição muito cuidada, em dois v...

Cecília e eu - parte 10 (final)

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E assim chegamos ao final do percurso. Não ao final da minha relação com Cecília, claro, pois essa vai até o fim da minha vida, imagino. Ao longo desses anos, desde aquele distante dia em que topei com os versos que mudaram a minha vida, Cecília tem sempre estado presente. Nesses mais de 35 anos, escrevi muito sobre a obra da minha autora preferida. Foram muitos artigos, comunicações em congressos, ensaios, palestras. Não saberia fazer a conta exata, porque às vezes uma palestra acaba virando artigo, uma comunicação num congresso vira ensaio numa coletânea... Mas acho que dá pra dizer que meus escritos sobre Cecília andam pela casa das dezenas. Imagino que nem tudo se salva, mas tenho orgulho de alguns deles, porque acho que terão de fato contribuído para a compreensão da obra de Cecília. Um dos meus maiores orgulhos é o de ter colaborado na edição da Poesia completa de Cecília Meireles que saiu no ano do centenário de nascimento da poetisa, 2001. É uma edição muito cuidada, em doi...