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Mostrando postagens com o rótulo loucura urbana

Virando

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Neste último final de semana aconteceu a Virada Cultural em São Paulo. Agora, já que tem muita gente falando bem e mal do que aconteceu lá, me achei no direito de dizer como foi a nossa experiência. Com fotos. Começamos pelo sábado à noite, na Paulista: Mais exatamente, na Casa das Rosas, onde Monica Salmaso cantava lindamente (embora com som num volume insuficiente para a quantidade de público), com André Mehmari ao piano: Dali, depois de uma passadinha no Astor pra comemorar o aniversário de uma amiga querida, fomos para o palco da Barão de Limeira, ver Rita Benneditto mandar muito bem e ajudar a matar a saudade que a gente estava de ouvi-la cantar: Depois de um show tão lindo, voltamos pra casa, pra repor as energias para o dia seguinte. Demos uma passadinha pela Avenida São Luiz, e aproveitamos para comer um arroz de pato na barraca dos Bertolazzi. Carmem adorou: Depois demos umas voltas ali pelo centro, aproveitando pra prestar atenção nas coisas lindas e hor...

De volta...

Olha eu aqui de novo! Minha vida deu umas reviravoltas nos últimos meses, então Psiulândia ficou mais em silêncio do que de costume. Mas vamos ver se volto a uma periodicidade mais razoável nas postagens! Pra inaugurar essa nova fase, começo contando que me mudei pra Santos. Cansei daquela vida no interior, numa cidade árida, que pouco tinha a ver comigo. Vim morar na Ponta da Praia, um pouco mais distante do pontos mais muvucados da orla santista, pra tentar ter ao mesmo tempo uma vista bonita na janela, se possível sem muito barulho. A vista que tenho é cinematográfica. Adoro ficar assistindo ao vai e vem dos navios entrando e saindo do porto (mesmo quando eles apitam aqui em frente). É bom ver também as coloridas canoas havaianas que passam todas as manhãs, os pescadores que todos os dias se colocam no pier com suas varas mesmo sem muito sucesso... Tem até uma tartaruga marinha que de vez em quando me aparece aqui em frente! Uma coisa, entretanto, anda me aborrecendo: não sei qu...

Muito aquém de um jardim

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Quem acompanha este blog já deve ter lido alguns dos posts em que eu falei sobre um espaço urbano bastante conturbado, situado em cima do Viaduto Paraíso, nas encostas do vale que forma a Avenida 23 de maio. Já foram 4 postagens aqui no blog (todas acessíveis através do marcador Viaduto Paraíso) que se seguiram à primeira, que fiz como convidada no blog da Carmem ( De uns tempos pra cá ). Eu me lembro de que, na ocasião do último post (19 de junho de 2011), havia uma grande movimentação de funcionários da prefeitura, expulsando os moradores, derrubando as casinhas improvisadas e limpando o lixo acumulado. Não resisti e perguntei a um deles o que haveria ali. O funcionário me disse que seria uma praça. Até fiquei mais feliz, afinal aquele espaço teria ainda uma finalidade pública. Sou velhinha, então, na minha cabeça, praça tem aquela cara da música antiga: bancos, flores, jardins. Um lugar agradável para se sentar, encontrar pessoas, ler um livro, ver o movimento da cidade. Hoje, ...

Mais um rodízio? Ou agora é pra valer?

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Já contei em posts anteriores aqui neste blog as histórias de uma vilazinha encravada nas encostas da Avenida 23 de maio, ao lado do Viaduto Paraíso. Pra quem quiser saber mais, este foi o último post e lá tem link para os anteriores. Pois esses dias, veio a prefeitura mais uma vez visitar a vilazinha. Colocaram um caminhão na calçada da Avenida 23 de maio e começaram a remover o lixo. Carmem, do De uns tempos pra cá (blog onde eu publiquei como convidada o primeiro post desta série), passou por lá e tirou a primeira foto: No dia seguinte, eu vi que o trabalho de remoção do lixo continuava e fotografei também: Só que eles estavam também levando embora os moradores de lá. Havia alguns funcionários da prefeitura, com coletes do Serviço Social, levando embora as pessoas, enquanto os funcionários tiravam o lixo e destruíam as moradias. O cenário final era assim, terra quase arrasada: Mas quem prestar atenção na próxima foto, vai entender porque usei a palavra ...

Há bens que vêm para o mal?

Eu fiquei muito feliz quando vi que as calçadas da Avenida Paulista finalmente foram refeitas de modo a facilitar a vida dos pedestres: cimento lisinho, sem buracos ou protuberâncias traiçoeiras. Tem até faixa guia para deficientes visuais, coisa linda! Mas com a calçada lisinha, apareceram outras ameaças aos pedestres: ciclistas, patinadores e skatistas também querem desfrutar das alegrias da calçada. E aí, pobres pedestres, acabou o sossego. A gente tem de andar por ali o tempo todo desviando dos apressados seres que andam sobre rodas pela calçada. Nos fins de semana, é ainda pior, com mais ciclistas, patinadores e skatistas. Além disso, canteiros, escadas, muretas e até hidrantes viram desafios para as manobras arriscadas de seres sobre patins e skates. A calçada transforma-se em pista de acrobacias e os pedestres têm de passar pelos cantos pra não ficarem sujeitos a algum acidente. Acho justo que exista espaço para todos na cidade: ciclovias para os ciclistas e pistas para patinado...

Um amor antigo e dois problemas novos

Eu adoro a Livraria Cultura do Conjunto Nacional por vários motivos. Sou cliente de lá desde muito antes de existir a atual livraria, que agora funciona onde era o Cine Astor. O espaço era pequeno: é onde fica a atual seção de livros de arte. Sendo assim, não tinha café, não tinha banca de revista, não tinha teatro e quase não tinha cds e dvds. Também não existiam malucos com tacos de beisebol, e a gente rodava em torno daqueles balcões circulares, pra se inteirar dos lançamentos e levar uns livros novos pra casa. Nem o plano Mais Cultura existia, gente! Daí, quando o Cine Astor fechou, fiquei triste, mas ao ver a nova Livraria Cultura ali naquele espaço, achei lindo e continuei frequentando o local, que eu adoro. Mas vejam só: a mudança pode ter trazido muitas vantagens, mas trouxe também, para mim, dois problemas que até me tiram a vontade de circular por ali. O primeiro deles é a quantidade de filantes de leitura de revistas que montam guarda ali no espaço da banca. Nos fins de se...

O tempo passa...

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Semana que vem é aniversário de São Paulo e eu resolvi então fazer essa homenagem à cidade que eu adoro. Pra isso, vou lembrar uma historinha paulistana já antiga e atualizar as informações... Há algum tempo, em novembro de 2009, contei no blog da Carmem ( De uns tempos pra cá ) a história de uma vila que funcionava nas encostas da Avenida 23 de maio, no Viaduto Paraíso. Depois, no meu blog, eu comentei o fato aqui e aqui . O último post era de fevereiro de 2010. Hoje, a coisa por lá anda assim: E assim: Ali onde tem aquela lona azul mora gente. Tem um outro pedaço aberto, por onde dá pra ver como estão as coisas por dentro: Mas o mais impressionante de tudo é ver a cascata de lixo amontoado no barranco da Avenida 23 de maio: Tá, eu sei que a foto não está boa, mas isso se deve à quantidade de lixo que é impossível de caber numa foto. Acho que dá. porém pra perceber que o barranco virou um lixão. Dia desses, tudo vai rolar sobre a calçada lá embaix...

Pobre Tiradentes!

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Como prometi no post anterior, chegamos à segunda questão. Começo dizendo que eu tenho adoração pelas cidades históricas de Minas, principalmente por Ouro Preto, cidade que me deixa sempre emocionada. Mal começo a enxergar o Itacolomi no horizonte e já fico com os olhos cheios d'água. Ando pelas ruas imaginando tudo o que se passou por lá, olho para as casas e penso no que aquelas paredes centenárias testemunharam, enfim, sou constantemente assombrada pelos fantasmas dos séculos passados que certamente rondam por aquelas ruas. Enquanto estava lá emocionada, andando pelas ruas, encontrei, com muita frequência, carros com aqueles sons potentes, tocando música ruim em volume tão alto que ninguém consegue mais pensar em nada! Em Mariana, inclusive, no domingo, a apresentação de música barroca com violino acompanhando o maravilhoso órgão Arp Schnitger da Sé teve de ser suspensa por alguns minutos, enquanto passava pela rua um desses chatos ambulantes. Fiquei até pensando se a vibração p...

Civilização e barbárie.

Dia desses vivi uma situação que me fez pensar. Começo pelo relato dos acontecimentos. Era dia de jogo do Brasil, nessa primeira fase da Copa. Eu tinha ido almoçar e estava voltando pra casa, um pouco antes do horário do início do jogo. Em plena Avenida Paulista, havia um vendedor de vuvuzelas, como era de se esperar. Ele trazia, no entanto, um instrumento que eu ainda não tinha visto (embora já tivesse ouvido falar dele): uma vuvuzela dupla, em que, a partir de um só bocal, distribui-se o sopro por duas cornetas. Eu me aproximei do vendedor e perguntei como aquilo funcionava, porque queria ter uma dimensão do tamanho do barulho e ele, todo feliz, fez uma demonstração para mim, certo de que tinha ganhado uma freguesa... Eu ouvi aquilo e disse pra ele minha opinião sobre o aparato: "Inferno em dose dupla!" O vendedor imediatamente se contrapôs e disse: "Nada disso: quem quer sossego fica em casa: entra, fecha a porta e pronto!" Eu fui andando e pensando nessa frase....

Assim caminha a humanidade...

Vi uma matéria publicada hoje no Estadão (o link está aqui ), anunciando que as queixas sobre barulho feitas ao 190 da Polícia Militar cresceram 226% de 2006 a 2010. A equipe do jornal acompanhou o trabalho da PM numa noite de sexta-feira fria: foram 448 chamados ao 190 por causa de barulho. Segundo a matéria, em noites de calor esse número sobe de modo significativo. Durante a semana, a média é de 392 casos, crescendo para 1.118 de sexta-feira a domingo. As ocorrências são motivadas por festas, bebedeiras, rezas, cantorias e rojões e geralmente ocorrem nos bairros mais periféricos. Segundo a PM, nos bairros mais centrais, os problemas maiores são com igrejas e bares, mas os vizinhos mais "escolados" já apelam direto ao Psiu. A PM acaba ficando responsável pelas ocorrências mais periféricas e eventuais: "Multar bares com alvará é fácil. Agora, como fechar uma festa na periferia ou um boteco sem alvará?", diz o Major Ulisses Puosso, comandante do Copom. Os casos narr...

Psiu na estrada!

Em 2008 estive em Portugal e, viajando por lá, percebi, em alguns trechos das estradas, placas que isolavam a pista do resto do cenário. Em alguns trechos elas eram transparentes, então dava pra ver as aldeias ao lado. Em outros pontos, tiravam completamente a visão dos arredores. Achei estranho e lamentei, porque uma das coisas boas de viajar é poder ir olhando a paisagem passando na janela, e as placas impediam isso. Não cheguei a descobrir para que serviam as placas até bem recentemente, quando soube que eram isolantes acústicos, para que o barulho dos veículos na estrada não tirassem o sossego dos moradores das aldeias muito próximas da pista. Ou seja, super civilizado! Achei o máximo! Lembrei disso quando recebi, há alguns dias, um recado da @Paola_Ferro repassando o link de uma matéria da Folha de São Paulo sobre um revestimento que o asfalto do trecho oeste do Rodoanel vai receber para diminuir o barulho causado pelo atrito dos pneus! Diz o texto (que pode ser lido na íntegra a...

Psiu renascendo!

A morte do Psiu repercutiu bastante por aí. Entre várias manifestações, houve até um editorial da Folha de São Paulo no dia 19 de março criticando muito as alterações na lei. Vejam só o primeiro parágrafo, que primor: São Paulo caminha para tornar-se inabitável, como tantas metrópoles de países sem tradição de planejamento urbano. Não precisa de vereadores para agravar o desconforto dos moradores, como se esmeram em fazer seus representantes eleitos. O último acinte da Câmara Municipal foi o retrocesso na chamada Lei do Psiu, que tornará mais difícil a fiscalização do barulho na capital. Eu gostei da classificação da aprovação da lei como "acinte". Eu também considerei assim. E no final, o texto explicita um ponto da nova lei que eu não tinha entendido: na verdade, é preciso levar o dono do estabelecimento infrator até o local de onde partiu a denúncia, para testemunhar a checagem do nível de ruído. Ou seja, se eu denunciar, terei de receber, em minha casa, junto com os fisc...

Nota de falecimento

Faleceu neste dia 17 do mês de março o Programa de Silêncio Urbano (Psiu), da Prefeitura de São Paulo. A morte ocorreu no momento em que foi publicada no Diário Oficial o texto da lei 15.133, que reduz as multas aos estabelecimentos barulhentos e ainda condiciona a fiscalização à presença do denunciante, do denunciado e de testemunhas. Agora me digam: quantos se dispõem a estar presentes, mostrando a cara, no momento da fiscalização, sabendo que, depois da partida dos fiscais do Psiu, podem ficar à disposição do denunciado, para sofrer retaliações? Essa vulnerabilidade fica ainda agravada pelo fato de que geralmente quem denuncia é quem sofre com a barulheira, ou seja, os vizinhos... Quem gostaria de se colocar nessa posição desconfortável de saber que o dono do estabelecimento vizinho pode estar preparando uma vingança contra você? Quem vai garantir a segurança do denunciante e das testemunhas? Vai haver um serviço municipal de proteção aos denunciantes e às testemunhas? Claro que não...

Então era só mais um rodízio?

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Há alguns meses eu publiquei um texto no blog da Carmem, o De uns tempos pra cá , falando sobre um fato ocorrido em São Paulo, em que a prefeitura demoliu uma vilazinha clandestina que tinha se estabelecido numa das encostas da Avenida 23 de maio, com entrada pelo Viaduto Paraíso. Pra quem quiser chegar direto ao texto, é só clicar aqui . Pouco depois, publiquei uma continuação do caso, agora neste meu blog, contando como alguns grafiteiros ocuparam o espaço. Quem quiser reler, é só clicar aqui . Reclamei muito, porque achei um absurdo a prefeitura destruir uma vilazinha só para transformar o espaço numa montanha de entulho, que rapidamente virou depósito de lixo, criando mais um espaço feio e perigoso na cidade, más qualidades que nem o grafite do pessoal da arte urbana conseguiu reverter. O post inicial, no blog da Carmem, era de novembro do ano passado. O lugar ficou do mesmo jeito durante 3 meses. Agora começou a mudar: outras pessoas mudaram pra lá e começaram a reconstrui...

Sobre ruínas e grafites.

Outro dia foi aniversário do blog da Carmem, o De uns tempos pra cá . Em comemoração, ela pediu textos para os amigos e eu escrevi um dos posts comemorativos. No post, eu falava sobre a destruição de uma vilazinha de casas que ficavam penduradas nas encostas da avenida 23 de maio, no viaduto Paraíso. Pra quem quiser ler na íntegra, é só clicar aqui . E então, pesquisando um pouco na internet (viva o Google), achei um outro blog que falava sobre o mesmo local: era o Espaçonave . Achei bem legal a história contada ali, e recomendo a todos um passeio por lá pra saber mais sobre como um grupo de grafiteiros tentou transformar a ruína das casas numa galeria de arte a céu aberto! Pelo menos fiquei com a certeza de que eu não era a única rabugenta a achar inacreditável o trabalho da prefeitura ali naquele pedacinho de São Paulo!

Calçada da lama - parte 2.

Não resisti a fazer um novo post sobre o caso da assim chamada "Calçada da fama", principalmente depois de ler uma matéria sobre calçadas em São Paulo na revista Época São Paulo de dezembro de 2009. O site da revista, que dá de 10 a 0 na Veja São Paulo , está aqui . Não encontrei a tal matéria disponível online, portanto vou tentar resumir: a idéia principal é a de que seria interessante que empresas "adotassem" trechos de calçadas em São Paulo, garantindo a sua manutenção. Alturas tantas, entretanto, a reportagem alerta para os perigos dessa possibilidade de solução para uma das grandes mazelas da cidade: Mas depender de patrocinadores também pode abrir caminho para empreendimentos controversos, como o que foi suspenso pela Justiça no bairro de Santa Cecília, no fim de novembro. Ali, a empresária da noite Lílian Gonçalves planeja transformar o passeio de um dos lados da rua Canuto do Val numa versão brasileira da calçada da fama de Hollywood - com estrelas para h...

O público a serviço do privado!

Eu trabalho no interior de São Paulo e venho com muita frequência para a capital. Como sempre vou e volto de ônibus, para os meus deslocamentos, já há muito tempo uso o Terminal Rodoviário Barra Funda. Nos últimos anos, porém, uma universidade privada que funciona ali perto tem trazido o caos para as noites do Terminal. São dezenas de barracas de lanche nas calçadas, um comércio variadíssimo na praça em frente (tem inclusive serviço de xerox), carros estacionados em todos os lugares possíveis e imagináveis etc. É uma confusão! Nas noites de sexta, então, a coisa piora: parece que ninguém assiste às aulas, vão todos para os botecos improvisados nas calçadas, que muitas vezes têm até música ao vivo! Para mim, entretanto, o mais impressionante é ver, nos horários de entrada e saída das aulas, o desfile de centenas de pessoas pela rampa de acesso ao Terminal. É uma imagem inesquecível, parece uma serpente gigante com muitas cabeças e pés passando pela travessia de pedestres. Fica q...

Psiulândia itinerante!

Ontem foi aniversário de um blog que eu sigo, o De uns tempos pra cá , escrito pela Carmem. Para comemorar, ela propôs que os amigos mandassem textos para publicação, e eu resolvi aderir. Assim, minha rabugice foi dar um passeio por lá, no post Aniversário . Pra quem gosta de acompanhar minhas reclamações, é só dar um passeios lá na outra freguesia. Logo estaremos de volta, em nosso endereço costumeiro!

Calçada da lama

Um post rápido, só pra manifestar minha solidariedade com o pessoal do bairro de Santa Cecília, que está na luta para manter sua vizinhança mais silenciosa. O caso é que Lilian Gonçalves, conhecida empresária da noite paulistana e amiga de poderosos, está querendo ampliar sua área de atuação no bairro, sempre no ramo de casas noturnas. Ela parece nem se importar de fazer isso próximo de onde está localizada a Santa Casa de Misericórdia. Dá pra imaginar a alegria dos doentes, com autorização do Psiu para que as casas noturnas funcionem até uma da manhã? Os moradores estão se organizando e fizeram um blog chamado Calçada da lama para dar visibilidade à sua luta. No blog dá pra conhecer melhor o tamanho da complicação. Não custa fazer uma visita e dar apoio à causa! Toda solidariedade aqui da Psiulândia!