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Jaculândia

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A Silvia Oliveira (@matraqueando), do  Matraqueando  lançou o desafio no Twitter: quem nunca tirou uma foto daquelas de causar vergonha a posteriori? Ou, nas palavras dela: a famosa foto jacu . Daí, neste post  aqui , surgiu a proposta de blogagem coletiva sobre o tema. Animada, fui dar uma vasculhada nos arquivos de fotos de viagens passadas. E lá estavam elas, muitas, dezenas de fotos jacu. Talvez chegassem à casa das centenas, se eu tivesse me aplicado melhor na busca. Mas quer saber? Poder olhar o álbum e rolar de rir com as fotos ridículas é uma delícia... Então vamos lá, uma antologia dos meus melhores - piores - momentos de jacuzice. Amanhã, 15 de fevereiro, rola uma edição especial do Foto de viagem sobre o mesmo tema, no twitter (com as tags #FotodeViagem e #FotoJacu) e no Facebook (nesta página aqui ). Pretendo colocar mais fotos por lá. Apareça! Foto Jacu 1: Nunca, jamais, em tempo algum, apareça vestida de neoprene numa foto, como nesta, tirada em Bonito, em 2002 (desculpa...

Jaculândia

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A Silvia Oliveira (@matraqueando), do  Matraqueando  lançou o desafio no Twitter: quem nunca tirou uma foto daquelas de causar vergonha a posteriori? Ou, nas palavras dela: a famosa foto jacu . Daí, neste post  aqui , surgiu a proposta de blogagem coletiva sobre o tema. Animada, fui dar uma vasculhada nos arquivos de fotos de viagens passadas. E lá estavam elas, muitas, dezenas de fotos jacu. Talvez chegassem à casa das centenas, se eu tivesse me aplicado melhor na busca. Mas quer saber? Poder olhar o álbum e rolar de rir com as fotos ridículas é uma delícia... Então vamos lá, uma antologia dos meus melhores - piores - momentos de jacuzice. Amanhã, 15 de fevereiro, rola uma edição especial do Foto de viagem sobre o mesmo tema, no twitter (com as tags #FotodeViagem e #FotoJacu) e no Facebook (nesta página aqui ). Pretendo colocar mais fotos por lá. Apareça! Foto Jacu 1: Nunca, jamais, em tempo algum, apareça vestida de neoprene numa foto, como nesta, tirad...

Silêncio, hospital.

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Aposto que a imagem acima (ou variações mais modernas dela) já é bem conhecida por todos nós. A enfermeira pedindo silêncio no hospital, para permitir o repouso dos pacientes, é uma figura tão clássica que acredito que seja das primeiras imagens que nos vêm à memória quando pensamos em alguma situação que exija silêncio. No presente, entretanto, parece que a associação entre silêncio e hospital anda problemática. E não falo apenas dos escapamentos barulhentos e buzinas ensandecidas dos veículos que passam ao lado desses locais. Tive a triste experiência de acompanhar minha mãe numa internação, num bem conceituado e antigo hospital de São Paulo, e pude constatar que o repouso dos doentes é a última das preocupações, inclusive -e principalmente - do corpo de enfermagem. O quarto que minha mãe ocupou, para nosso azar, ficava exatamente em frente ao posto da enfermagem naquele andar. A noite que passei ali foi praticamente sem dormir, porque a conversa animada dos funcionários do hospital ...

Silêncio, hospital.

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Aposto que a imagem acima (ou variações mais modernas dela) já é bem conhecida por todos nós. A enfermeira pedindo silêncio no hospital, para permitir o repouso dos pacientes, é uma figura tão clássica que acredito que seja das primeiras imagens que nos vêm à memória quando pensamos em alguma situação que exija silêncio. No presente, entretanto, parece que a associação entre silêncio e hospital anda problemática. E não falo apenas dos escapamentos barulhentos e buzinas ensandecidas dos veículos que passam ao lado desses locais. Tive a triste experiência de acompanhar minha mãe numa internação, num bem conceituado e antigo hospital de São Paulo, e pude constatar que o repouso dos doentes é a última das preocupações, inclusive -e principalmente - do corpo de enfermagem. O quarto que minha mãe ocupou, para nosso azar, ficava exatamente em frente ao posto da enfermagem naquele andar. A noite que passei ali foi praticamente sem dormir, porque a conversa animada dos funcionários do ho...

Efeitos colaterais

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Já faz algum tempo, publiquei um post ( Há bens que vêm para o mal? ) sobre o tema de como as calçadas novas da Avenida Paulista acabaram tendo um efeito colateral indesejado: skatistas, patinadores e ciclistas viram naquele piso lisinho o cenário perfeito para treinar manobras arriscadas em meio aos inúmeros pedestres que caminham sempre por ali. Uma situação perigosa que até agora não recebeu nenhuma atenção da prefeitura. Mas tem uma outra situação que, para mim, é bastante complicada e que, segundo meu ponto de vista, também nasceu de uma ideia boa. Aliás, de duas ideias boas. Explico melhor. Nos últimos anos, vêm prosperando as leis que proíbem fumar em lugares fechados. Nossos pulmões de não fumantes (ou de ex-fumantes, no meu caso) agradecem. Só que nada foi feito para resolver o que fazer com os fumantes, expulsos dos restaurantes e bares. Ficaram relegados às calçadas, às ruas, que se transformaram todas em fumódromos improvisados. Acontece que beber ou comer num espaço intern...

Efeitos colaterais

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Já faz algum tempo, publiquei um post ( Há bens que vêm para o mal? ) sobre o tema de como as calçadas novas da Avenida Paulista acabaram tendo um efeito colateral indesejado: skatistas, patinadores e ciclistas viram naquele piso lisinho o cenário perfeito para treinar manobras arriscadas em meio aos inúmeros pedestres que caminham sempre por ali. Uma situação perigosa que até agora não recebeu nenhuma atenção da prefeitura. Mas tem uma outra situação que, para mim, é bastante complicada e que, segundo meu ponto de vista, também nasceu de uma ideia boa. Aliás, de duas ideias boas. Explico melhor. Nos últimos anos, vêm prosperando as leis que proíbem fumar em lugares fechados. Nossos pulmões de não fumantes (ou de ex-fumantes, no meu caso) agradecem. Só que nada foi feito para resolver o que fazer com os fumantes, expulsos dos restaurantes e bares. Ficaram relegados às calçadas, às ruas, que se transformaram todas em fumódromos improvisados. Acontece que beber ou comer num espaço in...

Viajando pelo século XVIII

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Um grupo de 7 blogueiras decidiu essa semana fazer uma blogagem coletiva, com o tema "5 livros que marcaram nossa vida de leitoras". A Mari Campos, do blog  Pelo mundo  é uma dessas blogueiras. Lendo esse post dela, tive a ideia de escrever sobre uma relação entre literatura e viagem que pra mim sempre foi muito forte, mas sobre a qual ainda não falei. Como alguns já devem saber, sou apaixonada pela poesia de Cecília Meireles. Entre os livros que ela escreveu, está o famoso Romanceiro da Inconfidência , publicado em 1953. A ideia de escrever o livro, conta a própria Cecília, nasceu de uma viagem a Ouro Preto, no início dos anos 40, ocasião em que ela se sentiu transportada ao século XVIII. A partir daí, surgiu uma paixão que durante 10 anos a levou a pesquisar os acontecimentos da Inconfidência Mineira e escrever o livro. Minha primeira viagem às cidades históricas de Minas Gerais, portanto, nasceu já dessa relação entre Cecília e aqueles lugares. Sempre que lá estive carregu...