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Liberdade, essa palavra...

Já tem algum tempo que eu estou matutando sobre esta postagem, mas parece que nunca consigo colocá-la online. Hoje eu decidi que finalmente chegou o dia. Começo contando um caso ocorrido - mais uma vez - num ônibus. Eu estava fazendo uma viagem de trabalho entre São Paulo e Araraquara. Já a bordo, começo a ouvir aqueles desagradáveis ruídos de um desses celulares que funcionam por rádio. No caso desses aparelhos infernais, a gente tem de ouvir periodicamente um som de campainha que sinaliza de quem é a vez de falar. Além disso, quase todo mundo que eu conheço que tem um celular desses deixa o dito cujo funcionando no viva-voz. Ou seja, é uma verdadeira orquestra composta por pelo menos 3 instrumentos: a voz de quem está ao seu lado, a voz da pessoa com quem ele fala e a maldita campainha alternando entre um e outro. Dentro de um ônibus, essa combinação pode levar qualquer um à loucura. Por causa disso, e por causa da longa conversa que vinha sendo obrigada a testemunhar, comecei a lanç...

Liberdade, essa palavra...

Já tem algum tempo que eu estou matutando sobre esta postagem, mas parece que nunca consigo colocá-la online. Hoje eu decidi que finalmente chegou o dia. Começo contando um caso ocorrido - mais uma vez - num ônibus. Eu estava fazendo uma viagem de trabalho entre São Paulo e Araraquara. Já a bordo, começo a ouvir aqueles desagradáveis ruídos de um desses celulares que funcionam por rádio. No caso desses aparelhos infernais, a gente tem de ouvir periodicamente um som de campainha que sinaliza de quem é a vez de falar. Além disso, quase todo mundo que eu conheço que tem um celular desses deixa o dito cujo funcionando no viva-voz. Ou seja, é uma verdadeira orquestra composta por pelo menos 3 instrumentos: a voz de quem está ao seu lado, a voz da pessoa com quem ele fala e a maldita campainha alternando entre um e outro. Dentro de um ônibus, essa combinação pode levar qualquer um à loucura. Por causa disso, e por causa da longa conversa que vinha sendo obrigada a testemunhar, comecei ...

De volta...

Olha eu aqui de novo! Minha vida deu umas reviravoltas nos últimos meses, então Psiulândia ficou mais em silêncio do que de costume. Mas vamos ver se volto a uma periodicidade mais razoável nas postagens! Pra inaugurar essa nova fase, começo contando que me mudei pra Santos. Cansei daquela vida no interior, numa cidade árida, que pouco tinha a ver comigo. Vim morar na Ponta da Praia, um pouco mais distante do pontos mais muvucados da orla santista, pra tentar ter ao mesmo tempo uma vista bonita na janela, se possível sem muito barulho. A vista que tenho é cinematográfica. Adoro ficar assistindo ao vai e vem dos navios entrando e saindo do porto (mesmo quando eles apitam aqui em frente). É bom ver também as coloridas canoas havaianas que passam todas as manhãs, os pescadores que todos os dias se colocam no pier com suas varas mesmo sem muito sucesso... Tem até uma tartaruga marinha que de vez em quando me aparece aqui em frente! Uma coisa, entretanto, anda me aborrecendo: não sei que at...

De volta...

Olha eu aqui de novo! Minha vida deu umas reviravoltas nos últimos meses, então Psiulândia ficou mais em silêncio do que de costume. Mas vamos ver se volto a uma periodicidade mais razoável nas postagens! Pra inaugurar essa nova fase, começo contando que me mudei pra Santos. Cansei daquela vida no interior, numa cidade árida, que pouco tinha a ver comigo. Vim morar na Ponta da Praia, um pouco mais distante do pontos mais muvucados da orla santista, pra tentar ter ao mesmo tempo uma vista bonita na janela, se possível sem muito barulho. A vista que tenho é cinematográfica. Adoro ficar assistindo ao vai e vem dos navios entrando e saindo do porto (mesmo quando eles apitam aqui em frente). É bom ver também as coloridas canoas havaianas que passam todas as manhãs, os pescadores que todos os dias se colocam no pier com suas varas mesmo sem muito sucesso... Tem até uma tartaruga marinha que de vez em quando me aparece aqui em frente! Uma coisa, entretanto, anda me aborrecendo: não sei qu...

3 anos de rabugice

Post bem rápido, só pra lembrar que hoje Psiulândia completa 3 anos de existência! Pois é, 3 anos e quase nada mudou no mundo barulhento em que vivemos! Aliás, algumas coisas talvez tenham piorado... Mas a gente continua brigando! No ano que vem tem mais rabugice! E tomara que em 2012 alguma coisinha, por menor que seja, mude pra melhor, porque eu sou rabugenta mas também sou otimista, né?

3 anos de rabugice

Post bem rápido, só pra lembrar que hoje Psiulândia completa 3 anos de existência! Pois é, 3 anos e quase nada mudou no mundo barulhento em que vivemos! Aliás, algumas coisas talvez tenham piorado... Mas a gente continua brigando! No ano que vem tem mais rabugice! E tomara que em 2012 alguma coisinha, por menor que seja, mude pra melhor, porque eu sou rabugenta mas também sou otimista, né?

Meus 7 links

Minha amiga Cláudia, do blog Aprendiz de viajante, fez uma proposta interessante neste post  aqui : ela indicaria 7 links de seu próprio blog e depois 7 blogueiros para fazerem o mesmo, de forma a alcançar um número cada vez maior de pessoas. Quem acabou me indicando pra participar foi a Carmem, do  De uns tempos pra cá . Assim, aqui vão meus 7 links e a minha lista de 7 blogueiros indicados pra levar adiante o projeto! 1. Meu post mais bonito: Acho um pouco complicado indicar isso, mas acho que escolheria o post que não tem nada a ver com o tom rabugento do blog: o que dediquei à Toní , que foi minha psicóloga nos anos 80 e que faleceu agora em 2011. 2. Meu post mais popular: Isso fica mais fácil: o que teve mais pageviews  foi um em que reclamei de  gente que fala alto demais . 3. Meu post que gerou mais controvérsia: Foi o mesmo anterior, pois rolou até bate-boca nos comentários, de gente reclamando que falar alto  é uma coisa boa... 4. Meu post que ajudou mais gente: Será que a min...