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Calçada da lama

Um post rápido, só pra manifestar minha solidariedade com o pessoal do bairro de Santa Cecília, que está na luta para manter sua vizinhança mais silenciosa. O caso é que Lilian Gonçalves, conhecida empresária da noite paulistana e amiga de poderosos, está querendo ampliar sua área de atuação no bairro, sempre no ramo de casas noturnas. Ela parece nem se importar de fazer isso próximo de onde está localizada a Santa Casa de Misericórdia. Dá pra imaginar a alegria dos doentes, com autorização do Psiu para que as casas noturnas funcionem até uma da manhã? Os moradores estão se organizando e fizeram um blog chamado Calçada da lama para dar visibilidade à sua luta. No blog dá pra conhecer melhor o tamanho da complicação. Não custa fazer uma visita e dar apoio à causa! Toda solidariedade aqui da Psiulândia!

Calçada da lama

Um post rápido, só pra manifestar minha solidariedade com o pessoal do bairro de Santa Cecília, que está na luta para manter sua vizinhança mais silenciosa. O caso é que Lilian Gonçalves, conhecida empresária da noite paulistana e amiga de poderosos, está querendo ampliar sua área de atuação no bairro, sempre no ramo de casas noturnas. Ela parece nem se importar de fazer isso próximo de onde está localizada a Santa Casa de Misericórdia. Dá pra imaginar a alegria dos doentes, com autorização do Psiu para que as casas noturnas funcionem até uma da manhã? Os moradores estão se organizando e fizeram um blog chamado Calçada da lama para dar visibilidade à sua luta. No blog dá pra conhecer melhor o tamanho da complicação. Não custa fazer uma visita e dar apoio à causa! Toda solidariedade aqui da Psiulândia!

Après moi le déluge

A frase que dá título a este post é atribuída ao rei Luís XV, que viveu na França entre 1710 e 1774. Pouco depois da sua morte, ocorreu a Revolução Francesa. A tradução da frase seria "Depois de mim, o dilúvio". Há quem diga que ela pode ter dois sentidos: 1. Depois de mim, o país vai virar um caos. 2. Depois que eu me for, o mundo pode virar um caos porque não me interessa. Eu sempre entendi a frase mais no segundo sentido, e me lembro dela sempre que vejo certas barbaridades que acontecem pelo mundo... Tenho a impressão de que a imensa maioria das pessoas não se importa nadinha com o que vai acontecer, desde que a sua parte esteja garantida. É uma espécie de auto-centramento doentio, que me irrita profundamente. Ando tão cansada da falta de educação de grande parte da humanidade que às vezes tenho a impressão de que essa frase do Luís XV poderia ser uma boa descrição dos nossos tempos. Acho que nos próximos posts vou me dedicar a dar exemplos de situações que poderiam ter o...

Après moi le déluge

A frase que dá título a este post é atribuída ao rei Luís XV, que viveu na França entre 1710 e 1774. Pouco depois da sua morte, ocorreu a Revolução Francesa. A tradução da frase seria "Depois de mim, o dilúvio". Há quem diga que ela pode ter dois sentidos: 1. Depois de mim, o país vai virar um caos. 2. Depois que eu me for, o mundo pode virar um caos porque não me interessa. Eu sempre entendi a frase mais no segundo sentido, e me lembro dela sempre que vejo certas barbaridades que acontecem pelo mundo... Tenho a impressão de que a imensa maioria das pessoas não se importa nadinha com o que vai acontecer, desde que a sua parte esteja garantida. É uma espécie de auto-centramento doentio, que me irrita profundamente. Ando tão cansada da falta de educação de grande parte da humanidade que às vezes tenho a impressão de que essa frase do Luís XV poderia ser uma boa descrição dos nossos tempos. Acho que nos próximos posts vou me dedicar a dar exemplos de situações que poderiam ter o...

Psiulândia forçada...

Que horror, quase um mês sem postagens! Então, antes que a folhinha mude para o dia 12, vamos lá! Hoje faço um post rapidinho pra comentar mais uma triste experiência com celulares. E desta vez, com o meu celular! Antes, porém, algumas informações. Pra quem não sabe, moro no interior mas passo muito tempo em São Paulo. Tenho já há algum tempo uma linha pós-paga da Tim, depois de ter enjoado de dar dinheiro para a Vivo sem estar satisfeita com os serviços prestados. Como vou ficar um tempo em São Paulo neste final de ano, resolvi comprar um chip de celular paulistano, pra não ficar gastando muito interurbano. Fui a uma loja da Tim, paguei 10 reais pelo chip pré-pago e saí da loja já com o dito cujo em funcionamento. Até comentei como os tempos tinham mudado: meu primeiro celular (Telesp, que depois virou Vivo) levou umas 6 horas pra começar a funcionar. Quanta diferença! Tudo muito mais fácil, né? Pois bem... Papo vai, papo vem, comecei a achar que talvez fosse o caso de experimentar um...

Psiulândia forçada...

Que horror, quase um mês sem postagens! Então, antes que a folhinha mude para o dia 12, vamos lá! Hoje faço um post rapidinho pra comentar mais uma triste experiência com celulares. E desta vez, com o meu celular! Antes, porém, algumas informações. Pra quem não sabe, moro no interior mas passo muito tempo em São Paulo. Tenho já há algum tempo uma linha pós-paga da Tim, depois de ter enjoado de dar dinheiro para a Vivo sem estar satisfeita com os serviços prestados. Como vou ficar um tempo em São Paulo neste final de ano, resolvi comprar um chip de celular paulistano, pra não ficar gastando muito interurbano. Fui a uma loja da Tim, paguei 10 reais pelo chip pré-pago e saí da loja já com o dito cujo em funcionamento. Até comentei como os tempos tinham mudado: meu primeiro celular (Telesp, que depois virou Vivo) levou umas 6 horas pra começar a funcionar. Quanta diferença! Tudo muito mais fácil, né? Pois bem... Papo vai, papo vem, comecei a achar que talvez fosse o caso de experimentar um...

Barulhinho ruim!

Um dia desses fui a um pocket-show na Fnac, em São Paulo, na Avenida Paulista. Pra quem não conhece o espaço, o palco - meio improvisado - fica ao lado do café que tem lá no andar superior. E aí começam os problemas... O tal café tem um sistema de atendimento por senhas numéricas. E a maneira que eles encontraram para chamar a atenção dos presentes para o anúncio de um número é um sonzinho eletrônico feito de 3 notas desencontradas. Sei que não é exclusividade daquele café ter esse irritante sistema de alerta de senha, mas naquele dia o tal barulhinho de três notas incomodou todo mundo que estava assistindo ao show - inclusive o próprio artista, que se irritou com aquela interferência indesejada. Daí fiquei pensando como o nosso mundo é cheio de estímulos sonoros, uma verdadeira balbúrdia. Parece que tudo neste mundo tem de ser avisado através de sons: sirenes, apitos, trinados, buzinas, gritos, campainhas... Mesmo em ambientes como, por exemplo, restaurantes, a cozinha comunica aos ga...